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« Previous Page Table of Contents Next Page »7 Informativo FAESP | MARÇO - ABRIL /2015
dutivos e que haja aborto de flores e má formação dos frutos. Essas con-dições levaram alguns produtores a, no segundo semestre de 2014, optar pela poda de plantas de baixa produtividade. Esses fatores indi-cam a possibilidade de menor área produtiva e menor rendimento. No-vamente, a safra de café poderá não ser boa caso as chuvas não retornem rapidamente, comprometendo sua qualidade e rendimento.
Cana-de-açúcar – Estima-se que as chuvas abaixo da média com as altas temperaturas comprometam o rebrote e desenvolvimento da safra para o período de 2015.
É possível que o impacto negati-vo das condições climáticas reduza a expectativa de colheita, poden-do até mesmo levar usinas a não
moer cana devido à baixa oferta de matéria-prima.
Laranja – Apesar de ter sido veri-ficada boas floradas iniciais, flores e frutos foram afetados em grande me-dida principalmente devido às altas temperaturas, o que, em algumas re-giões, acarretou abortos. Presume-se uma safra consideravelmente re-duzida com possibilidade de per-das elevadas, em algumas regiões, o que torna a situação do produtor
ainda menos animadora. Se as leis de mercado funcionarem, os preços pagos ao produtor devem subir para compensar a escassez de produto de qualidade.
Grãos – Estima-se ter havido uma ligeira tendência de migração da área de milho para a soja. O dé-ficit hídrico afetou o pendoamento e o enchimento dos grãos no milho e prejudicou o desenvolvimento da soja. As perdas de produtividade po-
A FAESP ouviu dirigentes rurais, de regiões
afetadas no estado, para analisar a situação. Dentre os produtores ouvidos, a
grande maioria relatou algum impacto da seca na zona rural
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